O câncer primário da vagina,
originário das células da vagina, é raro. Representa aproximadamente 1% dos
tumores ginecológicos. Os tipos que ocorrem são tumores escamosos,
adenocarcinoma, melanoma, sarcoma. Entretanto, tumores secundários ou
metástases de outros tumores (de colo de útero, de endométrio, de ovário, de
intestino grosso) são encontrados mais comumente na vagina do que os tumores
primários de vagina.
Os fatores de risco para o câncer
de vagina são a exposição ao vírus do HPV (papiloma vírus) e a irradiação
prévia.
O principal sintoma é o
corrimento vaginal ou o sangramento vaginal. Pode haver ardência e dispareunia
(dor na relação sexual). Nos casos mais avançados pode haver ulcerações
(feridas) com ou sem infecção superposta. O câncer de vagina deve ser
identificado mediante exame especular das paredes vaginais: inspeção vaginal a
olho nu ou com colposcópio (aparelho que aumenta a imagem) sendo que qualquer
lesão suspeita deve ser biopsiada.
O tratamento das pacientes
portadoras de câncer de vagina varia conforme o grau de invasão do tumor. Pode
ser cirúrgico ou radioterápico.
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